Maria Isabel da Silva recebe homenagem em sua aposentadoria

O TJDFT realizou homenagem em honra à aposentadoria da Juíza Maria Isabel da Silva. O evento aconteceu nesta quinta-feira, no Espaço Flamboyant, 10º andar do Bloco A do Tribunal, e a AMAGIS-DF foi representada pelo 2º Vice-Presidente Pedro de Araújo Yung-Tay Neto.

O Magistrado discursou em nome da Associação, pontuando o legado da homenageada. “Não se trata apenas de registrar uma aposentadoria, mas de reverenciar uma história, que se confunde com história da Magistratura do Distrito Federal e do Brasil. Maria Isabel construiu confiança dos colegas, instituições e todos aqueles que puderam conviver com sua atuação. Representa uma geração de Magistradas que não só abriram mas pavimentaram caminhos para que mais mulheres valorosas também atuem em espaços de liderança. Não se despede da Magistratura, mas se incorpora nesta história, deixa entre nós algo que não se aposenta: o seu exemplo”, relata.

A cerimônia contou com diversas homenagens em um vídeo produzido pelo gabinete da Magistrada. O Presidente em exercício do TJDFT, Desembargador Roberval Belinati, citou sobre o tempo convivido com a Juíza: "Sou testemunha do seu trabalho e do seu compromisso com a Justiça. Sempre foi uma líder no Tribunal e porta-voz da classe. Se esforçou muito para chegar onde chegou, fruto de uma vida de luta".

O Vice-Presidente de Planejamento Estratégico da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Cristiano Vilhalba Flores, discursou representando a Presidente Vanessa Mateus. "Ela demonstra sua importância para a Magistratura do Distrito Federal e também nacional. É nosso porto-seguro. Entre as pessoas capacitadas na AMB, ela é uma delas. Cativa a todos, cria vínculos de amizade quase instantâneos", declara.

A homenageada não poupou a gratidão pelo tributo realizado. "Estou emocionada com tantas homenagens e palavras bonitas. Ser Juíza não fazia parte dos meus sonhos. Foi com senso de Justiça que procurei honrar a confiança depositada em mim. A Magistratura deixa de ser meu ofício, mas seus valores permanecerão comigo para sempre. Muito obrigado pelo apoio e carinho de todos", discursou.

Maria Isabel da Silva é um símbolo do associativismo e da representatividade feminina dentro do quadro da Magistratura do Distrito Federal. Atual Tesoureira da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), foi Presidente da AMAGIS-DF de 2006 a 2008, além de Diretora de Patrimônio (1998-2000), Vice-Presidente (2000-2006), Diretora Financeira (2012-2014) e Membro da Comissão Eleitoral nas últimas Eleições, em 2024.

Foto: Paulo Martins/AMAGIS-DF

Magistrada concede entrevista à Rede Globo sobre trabalho do TJDFT à população idosa

A Juíza Monize da Silva Freitas Marques participou na edição do último sábado (11/04) do telejornal DF1. Em pauta, esteve o suporte do Tribunal acerca da população idosa no contexto de aumento desta população, concentrado no Núcleo Permanente da Pessoa Idosa.

Pesquisa divulgada pela emissora relata que em 2031 a população idosa do Distrito Federal superará a população infantil pela primeira vez na história da nova capital. Tal índice estima que 40% dos brasilienses serão idosos no ano de 2070. Este crescimento, infelizmente, vem acompanhado de mais violência: “No ano passado tivemos 37 mil acionamentos, ao passo que em 2019 tivemos cinco mil acionamentos. Isso demonstra que há uma procura cada vez maior, fruto de uma violência cada vez maior. Precisamos construir uma sociedade que seja boa para todas as idades. Enxergar o envelhecimento como uma fase da vida é o primeiro passo para que a gente possa cuidar dessa fase. Isso é um recado para todos: parte de nós vai chegar lá”, apela a Magistrada.

O Núcleo observa que a procura esbarra no problema do acionamento aos serviços de acolhimento. “Infelizmente os nossos dados indicam que grande parte dos atendimentos diz respeito à violência e aproximadamente 65% praticados por pessoas próximas, normalmente os filhos e filhas. Esse contexto de violência é muito específico, porque via de regra os pais que estão envolvidos e são submetidos a esse tipo de agressão têm muita dificuldade em buscar a ajuda do Estado”, aponta.

“São violências praticadas no contexto familiar e, por causa disso, as denúncias chegam por pessoas de fora: cuidadores ou profissionais da saúde que têm uma obrigação de notificação inclusive dentro da legislação, mas também de filhos que acabam percebendo alguma violação de direitos em relação a seus pais fragilizados, adoentados ou acuados em relação à prática de denúncias e violências psicológicas”, amplia a Juíza.

A problemática se abre desde um problema familiar a um problema social. “A violência psicológica é muito normalizada pela sociedade, principalmente quando se considera que o idoso já está decrépito, já não tem mais condição de contribuir com a sociedade, então, em uma sociedade que não valoriza o envelhecimento, por causa disso, as famílias acabam aceitando esse tipo de violação”, explica.

Esta situação amplia as dificuldades para os serviços públicos. “O que nós percebemos é que a sociedade ainda não se preparou para essa mudança demográfica. No contexto de políticas públicas, é ainda mais alarmante, porque nós temos pouquíssimas vagas em instituições de longa permanência no Distrito Federal. Estamos com uma fila de espera de aproximadamente 200 idosos, temos um déficit no número de geriatras disponíveis nos serviços de saúde e isso acaba avolumando os processos que chegam até nós”, relata.

Foto: Reprodução/TV Globo Brasília

Tribunal Pleno realiza Sessão Especial em homenagem à Desembargadora Maria de Lourdes Abreu

O Tribunal Pleno do TJDFT realizou na tarde desta terça-feira (07/04) uma Sessão Especial de homenagem à Desembargadora Maria de Lourdes Abreu. O tributo à magistrada falecida em março foi realizado na Sala de Sessões Plenárias, no Palacinho.

Presidindo a sessão, o Desembargador Roberval Belinati lembrou uma breve entrevista em fevereiro de 2025, feita na casa da Desembargadora. No registro, a Magistrada relatou saudade da Corte: "O Tribunal é uma família, nossa outra casa. Temos a maior alegria de estar ali". O marido, os irmãos, sobrinhos, primas, amigos e servidores do gabinete acompanharam a sessão.

Designado pela Corte, o Desembargador José Firmo Reis Soub discursou em homenagem. "Ela deve ser lembrada com vigor, carinho e a leveza em que ela própria emprestou as coisas da vida. Era um ser humano afável, que amava a vida e era amiga dos amigos", relembra.

O Magistrado citou também valências profissionais da colega de Corte. "Trouxe para o Tribunal o mesmo espírito de comprometimento do MPDFT. Foi por toda sua vida, uma ponte. Legado é uma palavra fria demais para Maria de Lourdes Abreu: o legado que deixou era a presença. Que nós tenhamos a sabedoria de manter as portas abertas como ela ensinou", descreve.

Maria de Lourdes Abreu faleceu no último dia 19 de março, aos 73 anos. Foi ouvidora-geral do TJDFT entre 2024 e 2026, Presidente da 1ª Câmara Cível e da 3ª Turma Cível e era Desembargadora desde 2014, após uma trajetória de mais de 30 anos no Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios (MPDFT).

Foto: Paulo Martins/AMAGIS-DF

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Terceira edição do Congresso Brasileiro de Direito Administrativo Sancionador tem inscrições abertas

Congresso Brasileiro de Direito Administrativo Sancionador (CBDAS) terá sua casa em Brasília na edição de 2026, a terceira do encontro. O evento está programado para os dias 20 e 21 de agosto, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), Setor de Clubes Sul.

O tema do Congresso é "Conexão DAS: Teoria, Legislação Prática e Papel das Instituições", prometendo um debate técnico qualificado em conferências especiais. Ao todo, serão sete painéis temáticos, oito oficinas práticas e mais de 70 palestrantes, incluindo especialistas de todo Brasil.

O evento também terá transmissão ao vivo pelo Idasan Cast. As inscrições estão abertas no link a seguir: https://idasan.com.br/iii-congresso-de-direito-administrativo-sancionador/

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TJDFT fará homenagem na aposentadoria de Maria Isabel da Silva

O TJDFT realizará uma sessão de homenagem em honra à aposentadoria da Juíza Maria Isabel da Silva. O evento será no próximo dia 16, uma quinta-feira, às 16h, no Espaço Flamboyant, 10º andar do Bloco A do Tribunal.

Maria Isabel da Silva é um símbolo do associativismo e da representatividade feminina dentro do quadro da Magistratura do Distrito Federal. Atual Tesoureira da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), foi Presidente da AMAGIS-DF de 2006 a 2008, além de Diretora de Patrimônio (1998-2000), Vice-Presidente (2000-2006), Diretora Financeira (2012-2014) e Membro da Comissão Eleitoral nas últimas Eleições, em 2024.

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AMAGIS-DF acompanha Sessão Plenária no STF

A AMAGIS-DF se fez presente na Sessão Plenária do Supremo Tribunal Federal (STF) desta quarta-feira (25/03). O Presidente Carlos Alberto Martins Filho, também na condição de Vice-Presidente da AMB, representou a Associação.

Durante a sessão, o Magistrado acompanhou, junto de outros representantes, diversos assuntos de interesse da Magistratura.

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Campanha Março Azul segue com inscrições abertas; evento com especialistas acontece nesta semana

A campanha Março Azul 2026 tem como objetivo conscientizar a população sobre o câncer de intestino através do diagnóstico e tratamento precoces. O evento acontece nesta quarta-feira (25/03).

Também chamado de câncer de cólon e reto, ou câncer colorretal (CCR), é um dos tumores malignos mais frequentes e letais no mundo. Estimativa do Instituto Nacional do Câncer (Inca) indica o surgimento de aproximadamente 45 mil novos casos por ano no Brasil.

O TJDFT aderiu a esta campanha e realizará palestra sobre o assunto com a presença de renomados especialistas.

Palestra presencial com transmissão simultânea pelo Teams
Título da palestra: Março Azul

Palestrantes:
Luiz Lobato (Cirurgião Coloproctologista)
Dra. Silvana Angélica Nogueira (Geriatra)
Dra. Wanessa Quintão (Farmacêutica e Nutricionista)

Dia: 25/03 (quarta-feira)
Horário: 15h
Local: Sala de aula 2 da Escola de Formação - 5º andar do bloco A, Fórum de Brasília - TJDFT

Inscrições até a véspera do evento: Campanha MARÇO AZUL 2026 - Palestra presencial com transmissão simultânea pelo Teams

Faça a inscrição no link a seguir: https://forms.office.com/r/VCzNS6NLMZ

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História

O ano de 1969 representa um retrocesso na história da democracia brasileira. O Ato Institucional Número 5, com limitação ao regular funcionamento do Poder Judiciário representa um duro golpe na independência da magistratura.

Programas

Cidadania & Justiça na Escola

Desenvolvido desde 1999, o programa Cidadania e Justiça na Escola foi lançado oficialmente pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), com o objetivo de promover um contato direto dos estudantes com o oder Judiciário e no propósito de levar noções de cidadania e justiça para os estudantes do 5º ano do ensino fundamental da rede pública de ensino, preparando os futuros cidadãos para agir de forma consciente.

O Programa foi encampado por diversas Associações de Magistrados do País. No Distrito Federal, foi adotado pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios e pela Associação dos Magistrados do DF - AMAGIS/DF, em 2001, que firmaram convênio com a Secretaria de Educação do DF e deram inicio ao projeto. Para sua execução no DF, o programa tem como patrocinadora oficial a POUPEX. Hoje, o Programa Cidadania e Justiça na Escola é parte integrante das ações promovidas pela Associação dos Magistrados do Distrito Federal e Territórios (Amagis-DF).

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